BLEDISLOE CUP TEM PRIMEIRA JORNADA

UM GRANDE JOGO EM PERSPECTIVA NO SÁBADO, com a viagem dos All Blacks à Austrália, num jogo que deverá ser ganho pela equipa que conseguir vantagem nos avançados, apesar das alterações estratégicas por que os dois oponentes passaram.

Se de um lado estará Richie McCaw, que veste a camisola preta pela 86ª vez, no outro lado vai estar o jovem David Pocock, procurando o seu espaço próprio no topo do rugby mundial.

Dois jogadores de estilos semelhantes, ambos explorando a lei e o árbitro ao máximo, deles vai depender em grande parte o sucesso das equipas.

E se na equipa da Nova Zelândia a mudança mais significativa no XV inicial é o regresso de Jimmy Cowan para a formação e a passagem de Piri Weepu para o banco, onde também estará Victor Vito por troca com Liam Messam que não fez a viagem, apesar de Piri estar em grande forma, já na equipa da Austrália a grande alteração é a passagem de Matt Giteau para a abertura, e a conseqüente entrada de Berrick Barnes para o centro da linha de três-quartos.

Esta alteração deriva da suspensão de Quade Cooper e é a primeira vez desde o último jogo do ano passado contra estes mesmos All Blacks em Wellington, que Giteau vai fazer parelha com Will Genia.

O talonador Stephen Moore regressa ao XV inicial, passando Saia Faingaa para o banco, onde vai ficar sentado ao lado de seu irmão Anthony que mereceu a primeira convocatória para os Wallabies.

Matt Hodgson regressa ao banco após recuperar de lesão e substitui Ben McCalman, enquanto Nathan Sharpe vai igualar o recorde de internacionalizações de um segunda linha na equipa da Austrália, com 84 presenças, que estava na pose isolada de John Eales, antigo capitão da equipa.

Uma semana marcada de controvérsias, primeiro por causa da suspensão de Quade Cooper, depois pelas reservas do árbitro sul africano Craig Joubert quanto ao estado do campo de jogo, considerado por alguns como “instável”, mas a que tanto Wallabies como All Blacks parecem não ter dado grande importância, e finalmente, num episódio digno de um filme policial, com a publicação de uma folha de treino dos All Blacks, naquela que foi considerada uma quebra de confiança nos jornalistas, pelos responsáveis da Nova Zelândia.

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