TOMAZ MORAIS FALA CONNOSCO

TOMAZ MORAIS VOLTA AO MÃO DE MESTRE PARA FALAR DE SEVENS dando-nos a conhecer pormenores da preparação da equipa, a sua visão do Torneio de Split e muito mais.

Sem papas na língua, Morais aborda assuntos delicados com a naturalidade de quem nada tem a esconder, e assume-se assim como um verdadeiro líder e um exemplo para técnicos e dirigentes.

A palavra ao Boss!

A EQUIPA DE SPLIT

O Hugo Valente não se deslocou por opção técnica posicional.

Demos oportunidade ao Serra para substituir o lesionado de última hora – David Mateus (lesão muscular grave).

Sebastião não pode participar nestes 2 torneios por motivos profissionais, estamos a tentar que ele vá a final e ao Mundial Universitário.

Estamos igualmente a integrar o Vasco Uva para estes dois objetivos.

Os jovens estão a conhecer melhor o jogo e a integrarem-se cada vez mais.

O TORNEIO DE SPLIT

Split correu bem e a equipa jogou bem, no entanto por vezes comete erros não forçados, tem igualmente falhas de concentração.

Apresentamo-nos igualmente um pouco cansados e afetados pelo enorme calor existente.

Em termos de qualidade de jogo fomos subindo ao longo do torneio e a final é espetacular, um grande jogo ( nível IRB), grande atitude, excelente Rugby a atacar e a defender, soberbos os pontapés de saída e os ensaios são lindíssimos, uma final a não esquecer!!!

A EQUIPA PARA PAPHOS

As alterações na equipa para Phapos são: saiu o Veltioven (nada preocupante mas a precisar de recuperação) e Pedro Silva (grave no pé) por lesão e entram o Aguilar (já recuperado) e o Valente para as suas posições. Trocamos também o Serra, pelo Rui Rodrigues que se vai estrear nestas andanças.

OBJETIVOS

Em relação aos objetivos propostos no Mão de Mestre não vejo qualquer problema, só com responsabilidade e ambição poderemos evoluir.

A CONCORRÊNCIA E A ORGANIZAÇÃO

As outras seleções como a Alemanha e Holanda estão a apostar e a evoluir, não foram nada fáceis…

As arbitragens melhoraram e a qualidade da organização também.

Considero que no futuro deveria ser criado um circuito europeu de 5 torneios com as 12 melhores nações (incluindo torneio em Portugal) e outro para as restantes com troca dos dois últimos pelos 2 primeiros no final de cada época.

UMA CERTEZA!

Tenho a certeza que Paphos vai correr ainda melhor e traremos aquilo que é o objetivo – uma vitória!!!

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