SAMOA VENCE EM DUAS FRENTES

DEPOIS DE GARANTIR NA MEIA FINAL, A VITÓRIA NAS SÉRIES MUNDIAIS, Samoa vence o Edimburgo 7’s ao derrotar facilmente a Austrália na Final.

Livre da pressão que a incomodou contra a Inglaterra e que poderia ter provocado um desfecho menos agradável, Samoa teve uma exibição de luxo e fechou o dia justificando o seu duplo sucesso.

A Austrália ultrapassou as Ilhas Fiji no ranking, e a Nova Zelândia, apesar de eliminada na meia final, manteve a segunda posição.

A Escócia teve um fim de semana alucinante, perdeu apenas nos quartos de final com a Inglaterra, e acabou por vencer a Plate com uma vitória sobre a Argentina, conseguindo assim os seus primeiros pontos no ranking anual, e ficando com o último posto positivo da época.

Para quem conhece a Escócia e sabe o calor com que as vitórias nacionais são comemoradas, pode calcular o ambiente de festa que se vai estabelecer por todos os pubs do país.

Na luta pela Bowl o País de Gales venceu o Quénia, que apareceu neste final de ano muitos furos abaixo do que se esperava, e conquistou os últimos pontos em disputa a contar para o ranking, o que lhe valeu subir à nona posição, mas mesmo assim muito atrás do seu adversário de hoje, que manteve o oitavo lugar.

A Rússia, depois de ganhar a Portugal, venceu claramente o Canadá na final da Shield, afirmando-se como a melhor equipa da Europa Continental do momento, e, desde agora, principal candidata à vitória no Europeu, à frente da nossa seleção, mas sem conseguir obter nenhum ponto na classificação da IRB, enquanto os canadianos ocuparam a penúltima posição na tabela.

Portugal, que não marcou nenhum ponto na tabela, o que não acontecia desde 2003-04, teve uma época desapontante e que acaba por ser reflexo do descuido a que a variante esteve votada nos últimos anos, sem ter sido levado a cabo nenhuma ação específica do seu desenvolvimento, facto que tememos se mantenha, já que não foi dado qualquer sinal, até este momento, por parte da nocva direção federativa, de existir um plano para o futuro.

Pelo contrário, a precipitação com que se pretendeu organizar um circuito nacional, abandonado ao Deus dará, e a repetição dos mesmos erros lançada no calendário para 2010-11, nada auguram de bom.

Se Portugal pretende sair desta situação de fazer uns resultados “jeitosos” de vez em quando, ir participando quase de favor nas séries mundiais, já que em termos de qualidade não oferecemos qualquer garantia de consistência e aguardar um bom sorteio para podermos disputar o Europeu com esperança de vitória, então muito trabalho se apresenta pela frente, e o tempo começa a ser escasso.

Veja o quadro completo dos resultados das finais do Edimburgo 7’s e o ranking actualizado da IRB.

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