AUSTRÁLIA VENCE LONDRES 7’S

AO DERROTAR A ÁFRICA DO SUL NA FINAL, A AUSTRÁLIA GANHA o seu primeiro Torneio da época e iguala as Ilhas Fiji no ranking do Circuito.

A África do Sul apesar de vencida conseguiu a sua melhor classificação da época, já que ainda não tinha disputado nenhuma final desde o início do Circuito em Dezembro de 2009.

Samoa eliminada pelos sul africanos na meia final manteve a liderança do ranking, tendo mesmo aberto mais quatro pontos para a segunda classificada, a Nova Zelândia.

Quanto a Portugal, como dissemos anteriormente, desiludiu quase completamente, e a participação na final da Bowl é fraca consolação para uma equipa seis vezes campeã da Europa.

Das quatro derrotas concedidas três  não são aceitáveis para quem quer ter ambições internacionais, e a outra alcançou números que importa conseguir reduzir.

Pode não ser correta a afirmação mas deu a impressão que no sábado a nossa equipa andou a dosear esforços ou simplesmente apostou tudo no segundo dia, deixando o primeiro apenas para “aquecimento”.

Mas a verdade é que cada jogo que se disputa tem que ser encarado como o último da vida, e a equipa a apresentar deve ser sempre a melhor possível, independentemente de qualquer gestão de plantel.

Também se estranha o fraco rendimento nas transformações de ensaio – recorde-se que perdemos três jogos pela diferença de um desses pontapés – já que a média conseguida anteriormente ficou muito longe de ser conseguida (38% este fim de semana contra 50 % em Hong Kong).

Não se entendam estes comentários como mal dizer em relação aos Linces.

Bem pelo contrário.

Há mais de 25 anos que acredito na mistura Portugal e os Sevens, mas custa-me ver sucessivas ocasiões desperdiçadas.

Haverá nisso culpa de quem dirige a modalidade e pouco ou nada tem feito para implantar a modalidade em termos nacionais e pôr alguns milhares a jogarem a variante, técnicos a estudar as suas particularidades e clubes verdadeiramente interessados na sua prática.

Mas não se pode dizer que esses sejam os únicos responsáveis.

E de nada serve fingir que os jogadores ou os técnicos são uns coitadinhos, vítimas das circunstâncias, porque isso não é verdade.

Esta equipa técnica e estes jogadores são do melhor que existe no mundo.

E como tal tem que produzir.

Acredito que internamente haja este tipo de cobrança, mas o rugby português não acaba à porta das cabines.

Ele espalha-se não só pela comunidade rugbistica que se encontra em Portugal, como por todos os cantos onde esteja um lusitano que espera desta equipa, sempre ansiosamente, exibições e resultados.

E é por isso que fazemos aqui estas cobranças.

Porque estamos certos que os Linces estão a produzir muito abaixo daquilo que sabem, podem e devem!

Vejam o quadro completo dos resultados.


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